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Título: Cartas Pônticas
Autor: Ovídio
Tradutor: Geraldo José Albino
Editora: WMF Martins Fontes (POD)
Data de publicação: 1º de janeiro de 2009
Idioma: Português
Número de páginas: 169
ISBN: 9788578270438
Formato: Capa comum
Dimensões/Peso: 20 x 13,6 x 1,4 cm; 350 g
No dia 20 de novembro do ano 8 de nossa era Ovídio recebe a sentença de seu exílio, onde sobrevive por quase uma década. A elegia desta fase prima pelo pranto, pela melancolia e pelas lamúrias mais patéticas. Assim são as 'Cartas pônticas', que apresentam ainda um aspecto inovador: a fusão bem definida dos subgêneros elegíaco e epistolar. O que as distingue, igualmente, é a presença constante de argumentos sempre atuais: a amizade, a filantropia, a solidariedade, a fidelidade, o direito de expressão, a imortalidade da arte, a função terapêutica da poesia, a sublimação do intelecto, entre outros. Tais epístolas harmonizam-se com os tempos modernos: suas mensagens se voltam às pessoas que, como o autor, se afligem com o isolamento, com a angústia e a depressão entre outros flagelos.
Ovídio nasceu em 43 a.C. em Sulmona. Publicou Amores com apenas 25 anos, atingindo grande notoriedade. No período em que gozava de maior fama e quando trabalhava em suas obras mais importantes (Metamorfoses e Fastos), foi condenado pelo imperador Augusto ao desterro, de maneira imprevista e por motivos obscuros. Exilou-se em Tomi, na costa do mar Negro, e continuou a escrever, lamentando a inospitalidade do território e a ignorância de seus moradores. As tentativas de convencer os imperadores (primeiro Augusto e depois Tibério) a conceder-lhe a graça foram inúteis. Morreu em Tomi, no ano 17 ou 18 d.C., sem poder voltar à sua pátria.
