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📚 Informações do Produto

  • Título: A Alegria é a Prova dos Nove
  • Autor: Oswald de Andrade
  • Editora: Globo
  • Ano de publicação: 2011
  • Páginas: 299
  • ISBN: 9788525048943
  • Peso do produto ‏ : ‎ 180 g
  • Dimensões: 19,0 x 13 x 1,2 cm
  • Acabamento: Brochura
  • Categoria: Literatura Brasileira

 

 

📝 Sinopse

A alegria é a prova dos nove é uma tentativa de lançar um olhar retrospectivo e globalizante sobre a vida e a obra de Oswald de Andrade (1890-1954), autor que, sem dúvida alguma, melhor que ninguém incorporou as contradições de seu tempo, seja nas idas e vindas de sua vida pessoal, seja nas suas opções estéticas ou políticas. De menino rico e mimado, filho de uma das maiores fortunas de São Paulo, Oswald terminou seus dias numa precária situação, “emaranhado em dívidas”. Entre a abastança e a precariedade, o escritor experimentou de tudo, sempre buscando um sentido para a existência humana. Por meio de uma seleção de frases e pensamentos originais do autor, recolhidos entre os vinte volumes que compõem sua obra completa (poemas, romances, crônicas, ensaios, entrevistas e peças de teatro), buscou-se uma síntese de seu percurso pessoal, onde público e privado se confundem para ordenar a história literária, política e moral do Brasil da primeira metade do Século XX. O livro está dividido em 17 partes, entremeadas por uma seção, Lambe-lambe, que evidencia sua franqueza, às vezes ferina, ao julgar os colegas, contemporâneos ou não, sem que, nessas críticas, haja qualquer “sombra de ódio ou rancor”.

👤 Sobre o Autor

Um dos principais nomes do modernismo brasileiro, José Oswald de Sousa Andrade nasceu em São Paulo, em 11 de janeiro de 1890. Ingressou na Faculdade de Direito do Largo São Francisco em 1909, formando-se em 1919. Seus primeiros trabalhos foram publicados em O Pirralho, semanário paulista de crítica e humor, que ele mesmo fundou em 1911. Em 1912, viaja à Europa, visitando diversos paises. Durante a estadia em Paris, entrou em contato com o futurismo e conheceu Kamiá, mãe de seu primeiro filho, nascido em 1914. Retornando ao Brasil, reassume suas atividades de redator de O Pirralho, além de tornar-se Bacharel em Ciências e Letras pelo Colégio São Bento e cursar Filosofia no Mosteiro de São Bento. Em 1915, torna-se membro da Sociedade Brasileira dos Homens de Letras, fundada em São Paulo por Olavo Bilac. Também é o momento que engata um barulhento namoro com a dançarina Carmen Lydia. No ano seguinte, publica o primeiro capítulo de Theatre Brésilien — Mon Coeur Balance e Leur Ame. Também publica trechos de Memórias Sentimentais de João Miramar nas revistas A Cigarra e A Vida Moderna. Em 1917 conhece Mário de Andrade, e juntos começam a participar do primeiro grupo modernista do Brasil, com Guilherme de Almeida, Ribeito Couto e Di Cavalcanti. Seu espírito irreverente e combativo faz com que seja o nome mais conhecido do modernismo. Casa-se com Tarsila do Amaral, formando a dupla mais importante das artes brasileiras. Com o movimento Pau-Brasil, trouxe as ideias nacionalistas à Semana de 22, tornando-se fundamental para cultura brasileira da primeira metade do século 20. Escreveu o “Manifesto Antropofágico”, propondo uma cultura propriamente brasileira. Em 1929, rompeu com Mário de Andrade e separou-se de Tarsila, casando-se com a escritora e militante política Patrícia Galvão, a Pagu. Após a revolução de 1930, filiou-se ao PCBD, e foi detido diversas vezes enquanto dirigia o jornal O Homem do Povo. Em 1936, separou-se de Pagu e casou com a poetisa Julieta Bárbara. Em 1944, outro casamento, com Maria Antonieta D'Aikmin, com quem permaneceu até o fim da vida. Oswald morreu aos 64 anos, sendo precursor de outros movimentos literários brasileiros, como o concretismo e o tropicalismo. Publicou, entre outros, Primeiro caderno do aluno de poesia Oswald de Andrade, Os condenados, Memórias sentimentais de João Miramar, Serafim Ponte Grande, O homem e o cavalo, A morta e O Rei da Vela.